II Mostra o Lixo

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logo_mostralixo2A exposição “O desenho como impureza – ou o risco visível”, da II Mostra o Lixo, trouxe três artistas: Adolfo Emanuel, Mariana Lachner e Monique Brandão. O primeiro produz sua arte com flores ou mexas de cabelo, material de um corpo que não está ali, indagando sobre como guardamos ou criamos nossas lembranças.

Mariana traz a manifestação do corpo por meio de ferimentos, constituídos por uma agressão, um descuido ou até mesmo um carinho mais forte que deixa marcas roxas no pescoço. E Monique debate sobre a crueza da realidade utilizando seus autorretratos com qualidades únicas.

A exposição trouxe o desenho, como ação do desassossego, da impertinência dos desafios individuais, do fortalecimento do que nem sempre é comunicável. De acordo com o curador, Danillo Villa, “foi feito por quem não tem medo de remexer o lixo”.